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Reporting the underreported about the plan of action for People, Planet and Prosperity, and efforts to make the promise of the SDGs a reality.
A project of the Non-profit International Press Syndicate Group with IDN as the Flagship Agency in partnership with Soka Gakkai International in consultative status with ECOSOC.


SGI Soka Gakkai International

 

Image credit: UN

Santo D. Banerjee

NOVA IORQUE (IDN) – A pandemia de COVID-19 forçou mais de 1,5 bilhões de estudantes em 165 países a não frequentarem as escolas, impondo à comunidade acadêmica global a necessidade de explorar novas maneiras de ensino e aprendizagem, como ensino on-line e à distância, de acordo com as estimativas da UNESCO.

Esta situação provou ser um desafio tanto para estudantes como para educadores, que têm de lidar com as dificuldades emocionais, físicas e econômicas suscitadas pela doença enquanto fazem a sua parte para ajudar a controlar a propagação do vírus, observa o Impacto Acadêmico das Nações Unidas (UNAI, na sigla em inglês).

Foto: A sessão sobre emergência climática no Festival de Literatura de Jaipur. (Da esquerda para a direita Renata Dessallien, coordenadora residente da ONU na Índia; Namita Waikar, editora-chefe do jornal online PARI; Shubhangi Swarup, escritora e cineasta; Dia Mirza, atriz e advogada da ONU para o desenvolvimento sustentável. Crédito: ONU Índia / Yangerla Jamir.

Por Devinder Kumar

JAPIPUR (IDN) - Como parte do programa Década de Ação para acelerar soluções sustentáveis para todos os maiores desafios do mundo, desde a pobreza e o género às mudanças climáticas, desigualdade e redução do défice financeiro, as Nações Unidas utilizaram uma nova ferramenta no final de janeiro: o maior festival de literatura do mundo na eminente “cidade rosa” da Índia em Jaipur, capital do cénico, quase mágico estado indiano do Rajastão. É conhecida como a Cidade Rosa devido à cor da pedra usada em muitos dos seus gloriosos palácios e monumentos históricos.

Foto: Um assentamento informal em Porto Príncipe, Haiti. Crédito: UN-Habitat/Julius Mwelu.

Por J Nastranis

NOVA YORK (IDN) — Centenas de milhares de haitianos, e 102 funcionários da ONU, perderam suas vidas e milhões foram gravemente afetados pelo terremoto devastador que atingiu esta nação do Caribe dez anos atrás, no dia 12 de janeiro.

O incidente está entre os 10 terremotos mais mortais da história da humanidade, de acordo com um recente do relatório do OCHA (Departamento das Nações Unidas para Coordenação de Assuntos Humanitários). No entanto, o plano humanitário de $ 126 milhões de dólares para o Haiti, lançado em fevereiro, recebeu apenas 32% de financiamento:

Foto: Omid, criança de dez meses desnutrida que sofre de pneumonia é tratada no Hospital Pediátrico de Mofleh, na província de Herat, a oeste do Afeganistão, em 29 de janeiro de 2019. © UNICEF / UN0280720 / Hashimi AFP-Services

De Sean Buchanan

NOVA IORQUE (IDN) – A pneumonia, uma doença completamente evitável, provocou a morte de 800 000 crianças – ou uma criança a cada 39 segundos – com menos de cinco anos no ano passado, mas o financiamento para melhorar as taxas de sobrevivência continua em atraso, de acordo com uma nova análise.

A maioria das mortes ocorreu entre crianças com menos de dois anos, e quase 153 000 no primeiro mês de vida, diz uma análise do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) realizada em setembro de 2019, com base em estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), do Maternal and Child Epidemiology Estimation Group (Grupo de Estimativa de Epidemiologia da Criança e Materna (MCEE) e o United Nations Inter-agency Group for Child Mortality Estimation (Grupo Interinstitucional das Nações Unidas para a Estimativa da Mortalidade Infantil).

Foto: Mulheres participando de uma manifestação contra a extorsão sexual em Dar es Salaam em 2018. Crédito: Edwin Mjwahuzi

Por Kizito Makoye

DAR ES SALAAM (IDN) – Um pôster exibindo a mensagem “Gradue-se com As, não com AIDS” na Universidade de Dar es Salaam conta uma história cruel de estudantes mulheres que oferecem sexo em troca de notas melhores.

“Meu professor queria sair comigo. Quando eu recusei suas investidas sexuais, ele retaliou me dando notas ruins”, disse Helena (nome fictício). 

A estudante de direito de 23 anos, que desde então sofre com um péssimo desempenho em seus estudos, se preocupa cada vez mais com seu futuro acadêmico.

Foto: O ciclone Idai afetou a vida e os meios de subsistência de quase três milhões de pessoas em Moçambique, Zimbábue e Malawi. Créditos: PNUD Zimbábue

Por Jeffrey Moyo

CHIMANIMANI, Zimbábue (IDN) – O ciclone continuará a afetar a região durante os próximos meses após ter prejudicado os principais meios de subsistência da pesca e da agricultura em uma região predominantemente rural, disse o Programa Mundial de Alimentos (PMA) sobre o caos provocado pelo ciclone Kenneth que atingiu Moçambique em 25 de abril, aproximadamente cinco semanas após o ciclone Idai açoitar o sul da África.

Cerca de 31.000 hectares (76.600 acres) de plantações foram perdidos no auge da época de colheita. “A área já é muito vulnerável à insegurança alimentar,” afirmou o porta-voz Herve Verhoosel.

Foto: Presidente de Angola João Lourenço.

Por Kester Kenn Klomegah*

MOSCOU (IDN) - Muitos países africanos estão à procura de negócios lucrativos, investimentos e comércio, em vez de auxílios de desenvolvimento. Angola, país centro-sul-africano, agora anunciou planos corporativos para diversificar seus negócios estatais, desde a compra até a fabricação completa de equipamentos militares russos para o mercado da África Austral e possivelmente outras regiões do continente – dificultando a realização do Objetivo 16 de Desenvolvimento Sustentável, que clama por paz e justiça.

Photo: Youth Forum in Tokyo. Credit: Yukie Asagiri | IDN-INPS

Por Katsuhiro Asagiri

TÓQUIO (IDN) – Quando a Assembleia Geral da ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos (UDHR) em Paris em 10 de dezembro de 1948, criou um documento-marco na história dos direitos humanos que levava em conta as experiências terríveis da Segunda Guerra Mundial.

Com o final daquela guerra, e a criação das Nações Unidas, a comunidade internacional jurou nunca mais permitir que atrocidades como aquelas da Segunda Guerra Mundial acontecessem novamente. Jurou, pela primeira vez, que direitos humanos fundamentais fossem protegidos universalmente.

Photo: Youth Forum in Tokyo. Credit: Yukie Asagiri | IDN-INPS

Por Katsuhiro Asagiri

TÓQUIO (IDN) – Quando a Assembleia Geral da ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos (UDHR) em Paris em 10 de dezembro de 1948, criou um documento-marco na história dos direitos humanos que levava em conta as experiências terríveis da Segunda Guerra Mundial.

Com o final daquela guerra, e a criação das Nações Unidas, a comunidade internacional jurou nunca mais permitir que atrocidades como aquelas da Segunda Guerra Mundial acontecessem novamente. Jurou, pela primeira vez, que direitos humanos fundamentais fossem protegidos universalmente.

Photo: Kalpana Saroj. Crdit: kamanitubes.com

Por Sudha Ramachandran

BANGALORE (IDN) – Em 2013, Kalpana Saroj, Chefe da Kamani Tubes, Ltd. (KTL), sediada em Mumbai, recebeu o Padma Shri, a quarta mais alta honraria da Índia para civis, por suas conquistas nas áreas de Comércio e Indústria.

Saroj teve sucesso na transformação do destino da KTL, uma indústria produtora de cobre de qualidade e canos e tubos de liga de cobre. Ela teve sucesso onde outros, incluindo homens poderosos e bem relacionados na indústria, falharam.

O que torna suas conquistas ainda mais impressionantes é o fato dela ser uma Dalit (antigamente conhecidos por “Intocáveis”, a casta mais inferior da hierarquia milenar de castas na Índia), e também mulher. “Sua ascensão ao topo é, sem dúvida, devido à sua força e brio pessoais,” disse Christina Thomas Dhanaraj, consultora da #dalitwomenfight, à IDN.

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